Os lembretes no espelho sorriam como se fossem sair do papel, havia algo que teria que ser dito, lido, lembrado. Algo que adentrasse na alma alimentando toda faísca de purpurina que cremava à euforia que vivia por dentro. Sentia vontade de chorar, mas não saía lágrima alguma. A vida tinha lhe feito pedra, a vida tinha secado-lhe e o sabor da vida havia derretido em sua boca. Tentava achar-se, mas pouco se encontrava. Havia algo que sempre à colocava no passado, algo que lhe puxava até lá. E embora o Chales tivesse vivido em seu passado, não era tão bom relembrar todas as suas cicatrizes e desvenda da vida. Uma volta ao seu passado lhe dava calafrios, assim como uma imensa dor no seu peito.
Doí saber que sua vida foi bordada de cicatrizes e de marcas que nem mesmo com o tempo, conseguem ser lembradas. Talvez fosse isso que fazia-á não conseguir seguir em frente; pós, havia sempre algo que lhe puxava pra trás.
E é nessas lembranças insaciáveis que ela se alimentava pra no fundo saber-lhe que poderia vir-lhe quantas lembranças fossem, mas jamais apagariam o que outrora, lhe fez viver.
Assinado, Shopia.
Geente! Encantei com seus textos...!
ResponderExcluirLindo!Lindo!Lindo!
Chega dá uma ânsia de ler todos...uma pressa. Deu a impressão que demorei demais encontrar tudo isso aqui..Seguindo!Seguindo!Seguindo!Nossa! Parabéns! Agora vou parar de fingir que sei escrever. Pq escrever é o que vc faz, o resto é treta.
^^
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